Por favor não me analise
Não fique procurando cada ponto fraco meu
Se ninguém resiste a uma análise profunda
Quanto mais eu
Ciumento, exigente, inseguro, carente
Todo cheio de marcas que a vida deixou
Vejo em cada grito de exigência
Um pedido de carência, um pedido de amor
Amor é síntese
É uma integração de dados
Não há que tirar nem pôr
Não me corte em fatias
Ninguém consegue abraçar um pedaço
Me envolva todo em seus braço
E eu serei perfeito amor.
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quinta-feira, 14 de julho de 2011
terça-feira, 30 de junho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
Na quitanda do Mário.

"Quero, um dia, dizer às pessoas que nada foi em vão… Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim e que eu sempre dei o melhor de mim… e que valeu a pena" (Mário Quintana).
Quero tudo isso porque sou movida a esperança, abastecida com otimismo e alimentada com um pouco de boa-fé e inocência. Porque sei que as pessoas machucam, usam e abusam, mas mesmo assim acredito no perdão. Mas aviso a quem interessar: - Não sou tola. A sua opinião importa, mas a minha prevalece. Eu aprendo com meus erros, pois nem sempre a minha opinião é a certa. E eu cultivo amigos bem melhor do que cultivaria flores. E eu mudo pra melhor e, assim como as leis, só retroajo se for para um bem. E eu me revolto, é a minha natureza. E eu sou feliz, por mais que às vezes cansada...
Por isso, "... não me corte em fatias, ninguém consegue abraçar um pedaço" (Mário Quintana).
E lembre-se: flores de plástico não morrem. Assim sendo, não te decepcionam.
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EU não sou de plástico.
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